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de Estudo Pentecostal CPAD.

 

Bíblia Sagrada

Bíblia Sagrada: A Revelação de Deus, escrito por diversos homens de fé, sob inspiração de Seu Espírito Santo.
65 livros + 1 Compêndio de 5 livros com 150 Salmos = 66 livros

Duas observações quanto ao esboço acima são dignas de nota:

(1) Desde os tempos antigos, os 150 salmos são organizados em cinco livros, tendo cada um, na sua conclusão, uma enunciação de louvor e invocação dirigida a Deus, a saber: Livro 1 — 41:13; Livro 2 — 72:19; Livro 3 — 89:52; Livro 4 — 106:48; Livro 5 — 150:1-6. O salmo 150 não é apenas o último dos salmos; é também uma enunciação de louvor e invocação a Deus; ele é também uma doxologia para todo o saltério.

(2) A tabela abaixo enseja uma visão panorâmica da divisão dos Salmos em cinco livros.

 

Organização

Livro I
1-41

Livro II
42-72

Livro III
73-89

Livro IV
90-106

Livro V
107-150

Total de Salmos

41

31

17

17

44

Autoria

Maioria
de Davi

Maioria
de Davi e dos
filhos de Corá

Maioria
de Asafe

Maioria de
Anônimos

Maioria de
Davi ou
Anônimos

Nome Divino
Predominante

Jeová
(o "SENHOR")

El/Elohim
("Deus")

El/Elohim
("Deus")

Jeová
(o "SENHOR")

Jeová
(o "SENHOR")

Temas Freqüentes

O Ser Humano
e a Criação

Livramento
e Redenção

Adoração e
o Santuário

O Deserto e
os Caminhos
de Deus

A Palavra de
Deus e o Seu
Louvor

Semelhança com
o Pentateuco

Gênesis

Êxodo

Levítico

Números

Deuteronômio

 

O título hebraico dos Salmos é Tehillim, que significa “louvores”; o título na Septuaginta é Psalmoi, que significa “cânticos para serem acompanhados por instrumentos de cordas”. O título em português, “Salmos”, deriva da Septuaginta.

A música desempenhava papel de importância no culto do antigo Israel (cf. Sl 149; 150; 1 Cr 15.16-22); os salmos eram os hinos do povo de Israel. Bem diferente de boa parte da poesia e do cântico do mundo ocidental, compostos com rima ou metrificação, a poesia e o cântico do AT tem por base o paralelismo de pensamento, em que a segunda linha (ou linhas sucessivas) da estrofe praticamente faz uma reiteração (paralelismo sinônimo), ou apresenta um contraste (paralelismo antitético), ou, de modo progressivo, completa (paralelismo sintético) a primeira linha. Todas as três formas de paralelismo caracterizam o Saltério. O salmo mais antigo conhecido vem de Moisés, no século XV a.C. (Sl 90); os mais recentes provêm dos séculos VI e V a.C. (e.g., Sl 137). A maioria dos salmos, no entanto, foi escrita no século X a.C., durante a era áurea da poesia em Israel.
Os títulos descritivos que precedem a maioria dos salmos, embora não pertençam ao texto original, logo não inspirados, são muito antigos (anteriores à Septuaginta) e importantes. O conteúdo desses títulos varia, e forma diferentes grupos de salmos, como:

(1) o nome do autor (e.g., Sl 47, “Salmo... entre os filhos de Corá”);

(2) o tipo de salmo (e.g., Sl 32, um “masquil”, que significa uma poesia para meditação ou ensino);

(3) termos musicais (e.g., Sl 4, “Para o cantor-mor, sobre Neguinote [instrumentos de cordas]

(4) notações litúrgicas (e.g., Sl 45, “Cântico de amor”, i.e., um cântico para casamento); e

(5) breves notações históricas (e.g., Sl 3, “Salmo de Davi, quando fugiu... de Absalão, seu filho”). (N do E — Em quase todas as Bíblias atuais, dependendo da agência publicadora e da respectiva versão e edição, cada salmo traz, antes de tudo, uma epígrafe (ou título), elaborada por essas agências. É evidente que essas epígrafes (bem como as demais através de Bíblia) não são inspiradas.

No tocante à autoria dos salmos, os títulos atribuem setenta e três deles a Davi, doze a Asafe (um levita com dons relacionados à música e à profecia, ver 1 Cr 15.16-19; 2 Cr 29.30), dez aos filhos de Corá (uma família talentosa na música), dois a Salomão, um a Hemã, um a Etã e um a Moisés. Com exceção de Moisés, Davi e Salomão, todos os outros autores mencionados eram sacerdotes ou levitas com vocação musical e com responsabilidades no culto sagrado durante o reinado de Davi. Cinqüenta salmos são anônimos. As referências bíblicas e históricas sugerem que Davi (cf. 1 Cr 15.16-22), Ezequias (cf. 2 Cr 29.25-30; Pv 25.1) e Esdras (cf. Ne 10.39; 11.22; 12.27-36, 45-47) participaram, em suas respectivas épocas, da compilação dos salmos para o uso no culto público em Jerusalém. A compilação final do Saltério deu-se mais provavelmente nos dias de Esdras e de Neemias (450-400 a.C.).

 

Livros do Antigo Testamento

Livros do Novo Testamento

Abreviaturas

A Lei (Torá ou Pentateuco)
Gênesis
Êxodo
Levítico
Números
Deuteronômio

Livros Poéticos

Salmos
Provérbios
Eclesiastes
O Cântico dos Cânticos

Livros Históricos
Josué
Juízes
Rute
I Samuel
II Samuel
I Reis
II Reis
I Crônicas
II Crônicas
Esdras
Neemias
Ester

Profetas
A - Maiores
Isaías
Jeremias
Lamentações
Ezequiel
Daniel
B - Menores
Oséias
Joel
Amós
Obadias
Jonas
Miquéias
Naum
Habacuque
Sofonias
Ageu
Zacarias
Malaquias
 
Divisão Hebraica dos Escritos Sagrados
A Lei (Torá ou Pentateuco)
Gênesis
Êxodo
Levítico
Números
Deuteronômio

Os Profetas (Nebhiim)
A - Anteriores
Josué
Juízes
Samuel
Reis
B - Posteriores
Isaías
Jeremias
Ezequiel
Os Doze

Os Escribas (Ketubhim)
A - Livros Proféticos
Salmos
Provérbios

B - Cinco rolos (Megilloth)
O Cântico dos Cânticos
Rute
Lamentações
Ester
Eclesiastes
C - Livros históricos
Daniel
Esdras - Neemias
Crônicas

Evangelhos
Mateus
Marcos
Lucas
João

Livro Histórico
Atos dos Apóstolos

Cartas (Epístolas)
Romanos
I Coríntios
II Coríntios
Gálatas
Efésios
Filipenses
Colossenses
I Tessalonicenses
II Tessalonicenses
I Timóteo
II Timóteo
Tito
Filemon
Hebreus
Tiago
I Pedro
II Pedro
I João
II João
III João
Judas

Livro Profético
Apocalipse (Revelação)
 
Alguns termos importantes e seus significados:

Antilegomena = Escritos bíblicos que em certo momento foram questionados;

Apócrifos = Livros supostamente do Antigo Testamento, mas que não possuem embasamento para comprovar a autenticidade quanto a seu caráter profético;

Cânon = Do grego "kánon", e do hebraico "kaneh", regra; lista autêntica dos livros considerados como inspirados;

Epístolas = Cartas, Evangelho = Caminho;

Homologomena = Livros bíblicos aceitos por todos e que em momento algum foram questionados;

Paráfrase = Tradução livre ou solta, onde o objetivo é traduzir a idéia e não as palavras;

Pseudoepígrafos = Falsos escritos. Livros não bíblicos, cujos escritos se desenvolvem sobre uma base verdadeira, seguindo caminhos fantasiosos;

Septuaginta = LXX de Alexandria. Bíblia traduzida para o grego por judeus e gregos de Alexandria, incluindo os livros apócrifos;

Sinóticos = Síntese. Os três primeiros evangelhos são chamados de evangelhos sinóticos, pois sintetizam a vida de Jesus;

Testamento = Aliança, Pacto, Acordo;

Tradução = Transliteração de uma língua para outra;

Variantes = Diferenças encontradas nas diferentes cópias de um mesmo texto, mediante comparação. Elas atestam o grau de pureza de um escrito;

Versão = Tradução da língua original para outra língua.

Em índices e citações bíblicas, é comum o uso de abreviaturas para se referir aos Textos. Um dos formatos convencionados segue o padrão abaixo:

Os dois pontos (:) separam o capítulo dos versos; O hífen (-) indica uma faixa contínua de versos; A vírgula (,) indica uma seqüência não contínua de versos; O ponto-e-vírgula (;) inicia um novo capítulo do mesmo livro ou não, se seguido de nova abreviação.

Exemplos:
Gn 3:2-5 = Gênesis, capítulo 3, versículos 2 a 5.
Lv 1:3,6;2:2-4 = Levítico, capítulo 1, versículos 3 e 6, capítulo 2, versículos 2 a 4.
Mt 1-12;Ap 2:1-7 = Mateus, capítulos 1 a 12, Apocalipse, capítulo 2, versículos 1 a 7.

Antigo Testamento
Gênesis - Gn
Êxodo - Ex
Levítico - Lv
Números - Nm
Deuteronômio - Dt
Josué - Js
Juízes - Jz
Rute - Rt
I Samuel - I Sm
II Samuel - II Sm
I Reis - I Rs
II Reis - II Rs
I Crônicas - I Cr
II Crônicas - II Cr
Esdras - Ed
Neemias - Ne
Ester - Et
Jó - Jó
Salmos - Sl
Provérbios - Pv
Eclesiastes - Ec
O Cântico dos Cânticos - Ct
Isaías - Is
Jeremias - Jr
Lamentações - Lm
Ezequiel - Ez
Daniel - Dn
Oséias - Os
Joel - Jl
Amós - Am
Obadias - Ob
Jonas - Jn
Miquéias - Mq
Naum - Na
Habacuque - Hc
Sofonias - Sf
Ageu - Ag
Zacarias - Zc
Malaquias - Ml

Novo Testamento
Mateus - Mt
Marcos - Mc
Lucas - Lc
João - Jo
Atos dos Apóstolos - At
Romanos - Rm
I Coríntios - I Co
II Coríntios - II Co
Gálatas - Gl
Efésios - Ef
Filipenses - Fp
Colossenses - Cl
I Tessalonicenses - I Ts
II Tessalonicenses - II Ts
I Timóteo - I Tm
II Timóteo - II Tm
Tito - Tt
Filemon - Fm
Hebreus - Hb
Tiago - Tg
I Pedro - I Pe
II Pedro - II Pe
I João - I Jo
II João - II Jo
III João - III Jo
Judas - Jd
Apocalipse (Revelação) - Ap

Bíblia, também chamada Santa Bíblia, livro sagrado ou Escrituras de judeus e cristãos. No entanto, as Bíblias do judaísmo e do cristianismo diferem em vários aspectos. A Bíblia judaica é composta pelas escrituras hebraicas (39 livros escritos em hebraico), com exceção de poucas partes redigidas em aramaico. A Bíblia cristã possui duas partes: o Antigo Testamento e os 27 livros do Novo Testamento. Os dois principais ramos do cristianismo (catolicismo e protestantismo) estruturam o Antigo Testamento de modo diferente.
Na versão primitiva, alguns dos livros adicionais foram escritos em grego como, por exemplo, o Novo Testamento. A tradução protestante do Antigo Testamento limita-se aos 39 livros da Bíblia judaica. Os demais livros e adições são denominados apócrifos pelos protestantes e deuterocanônicos pelos católicos.

O termo Bíblia chegou ao latim do grego bíblia ou “livros”, forma diminutiva de byblos, palavra que significa “papiro” ou “papel” material exportado do antigo porto fenício de Biblos. Na Idade Média, os livros da Bíblia eram unificados.

A ordem e o número dos livros bíblicos é distinto entre as versões judaica, protestante e católica.

A Bíblia do judaísmo divide-se em três partes:
1- Torá, ou Lei, também chamada livros de Moisés.
2- Profetas ou Neviim, dividida em Profetas Antigos e Profetas Posteriores.
3- Hagiográficos ou Ketuvim que inclui os Salmos, os livros sábios e literatura diversa.

O Antigo Testamento cristão organiza os livros segundo seu conteúdo:
1- Pentateuco, que corresponde à Torá.
2- Livros históricos.
3- livros poéticos ou sábios.
4 livros proféticos.

O Novo Testamento inclui:
1- Quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João)
2- Atos dos Apóstolos que narra a história dos primeiros tempos do cristianismo.
3- Epístolas ou cartas de Paulo e outros autores.
4- Apocalipse ou Livro da Revelação.

Alguns livros identificados como Epístolas, em particular a Epístola aos Hebreus, são, na verdade, tratados teológicos.

A Bíblia, em suas centenas de traduções, é o livro de maior difusão na história da humanidade. Na história do pensamento humano, a Bíblia exerce grande influência. Não só entre as comunidades religiosas, que a consideram sagrada. Na verdade, a literatura, as artes e a música ocidentais têm uma enorme dívida para com os temas, motivos e imagens da Bíblia.

O termo Antigo Testamento (da palavra latina para “aliança”) aplica-se à estas Escrituras para diferenciar a “Antiga Aliança”- estabelecida por Deus com Israel - e a “Nova Aliança” selada através de Jesus Cristo (ver Heb.8,7).

Do ponto de vista literário, o Antigo Testamento (ou seja, a Bíblia) constitui uma antologia de livros diferentes. Não é, apenas, um livro unificado em seus autores, data de composição ou estilo literário. Em geral, os livros do Antigo Testamento são classificados como narrativas, obras poéticas, escritos proféticos, códigos legais ou apocalipse.

Tanto no contexto, como em conteúdo, a grande maioria dos livros do Antigo Testamento são narrativos, isto é, referem-se a acontecimentos passados. Muitas obras narrativas do Antigo Testamento também é História. Exemplos destas obras são a "História deuteronômica" (do Deuteronômio até os capítulos 1 e 2 do Livro dos Reis), o "Tetrateuco" (do Gênesis até o livro de Números) e a "História do Cronista" (capítulos 1 e 2 dos livros Crônicas, Esdras e Nehemias). A história da sucessão do trono de Davi (Sam., 2,9-20, I Re. 1,2) é a narração bíblica que mais se aproxima do conceito moderno de História. O autor presta atenção aos detalhes dos eventos e personagens e interpreta o curso dos acontecimentos à luz das motivações humanas. Não obstante, intui-se a intervenção divina nas entrelinhas dos textos.

Outros livros narrativos são: "Rute", "Jonas" e "Ester". Nos livros deuterocanônicos podem encontrar-se alguns relatos didáticos: "Tobias", "Judite", "Susana" e "Bel e o dragão", contido no "Livro de Daniel".

Entre os livros poéticos do Antigo Testamento incluem-se os Salmos, Jó, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Eclesiástico (deuterocanônico) e Prece de Manassés (apócrifo). O "Livro da Sabedoria" assemelha-se aos livros poéticos sapienciais, embora não seja poesia. A maioria do livros proféticos estão escritos de acordo com as regras líricas hebraicas.

Os profetas eram conhecidos em outras regiões do antigo Oriente Próximo, mas nenhuma outra cultura desenvolveu um corpo de literatura profética comparável ao de Israel. As profecias também costumam detalhar a natureza do desastre (militar, peste ou outra qualquer) que recairá sobre a nação, grupo ou indivíduo a quem será dirigido. As profecias de salvação anunciam a iminente intervenção de Deus para resgatar Israel. Outros discursos incluem profecias contra nações estrangeiras, discursos de aflição que enumeram os pecados do povo, admoestações ou advertências. A Bíblia cristã inclui quatro profetas maiores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel e 12 menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Pertencem também à literatura profética os livros das Lamentações e Baruch.

A matéria legal é tão destacada nas Escrituras hebraicas que o judaísmo aplicou o termo Torá (“Lei”) aos primeiros cinco livros (Pentateuco). Os textos legais são dominantes em Êxodo, Levítico e Números. O quinto livro da Bíblia foi denominado Deuteronômio (“segunda Lei”) por seus tradutores gregos, ainda que Deuteronômio seja, em síntese, um relato das últimas palavras e atos de Moisés. Em geral, estas leis referem-se aos problemas que surgiam na vida diária. As leis casuísticas são similares em sua forma (e, muitas vezes, em conteúdo) às normas recolhidas no Código de Hamurabi e outros códigos legais do antigo Oriente Próximo.

O apocalipse, como gênero diferenciado, surgiu em Israel no período posterior ao exílio, isto é, após o cativeiro dos judeus na Babilônia entre 586 e 538 a.C. Um apocalipse, ou revelação, expõe uma série de acontecimentos futuros mediante uma detalhada resenha de um sonho ou visão. Utiliza imagens de forte conteúdo simbólico e, freqüentemente extravagantes, que são explicadas e interpretadas.

Daniel é o único livro apocalíptico das Escrituras hebraicas. Sua primeira metade (capítulos 1 a 6) é uma série de histórias lendárias. No entanto, partes de outros livros são, em muitos aspectos, similares à literatura apocalíptica (Isaías, capítulo 24, versículo 27; Zacarias, capítulo 9, versículo 14 e algumas partes de Ezequiel). Entre os apócrifos, Esdras é um apocalipse.

Todos os tradutores contemporâneos da Bíblia tentam recuperar o texto mais antigo e, portanto, mais fiel ao original. Não existem originais, nem autográficas, mas centenas de manuscritos com inúmeras versões diferentes. Toda tentativa de determinar qual é o melhor texto de um livro ou versículo deve se basear no trabalho meticuloso e no juízo de um estudioso da Bíblia.

Com respeito ao Antigo Testamento, a principal diferença é em relação aos textos em hebraico e suas versões ou traduções para idiomas antigos. Na língua hebraica, os testemunhos mais importantes (e, em geral, mais confiáveis) são os textos massoréticos, obra dos eruditos judeus (denominados massoretas) que se encarregaram de copiar e transmitir, com fidelidade, a Bíblia.

Estes sábios, que trabalharam desde os primeiros séculos da Era Cristã até a Idade Média,
também acrescentaram ao texto a pontuação, as vogais (o texto hebraico original contém somente consonantes) e diversas notas explicativas. A Bíblia hebraica padrão, utilizada atualmente, é reprodução de um texto massorético escrito em 1088.

Existem manuscritos hebraicos de livros individuais ainda mais antigos, cuja procedência é
massorética. Muitos deles, datados no século VI, foram descobertos em finais do século XIX na guenizá (depósito no qual se guardavam os textos inutilizados para evitar a profanação do nome escrito de Deus) da sinagoga do Cairo. Numerosos manuscritos e fragmentos (muitos da Era Pré-cristã) foram recuperados na região do mar Morto, em 1947 (Manuscritos do mar Morto).

Embora muitos destes manuscritos sejam bastante tardios - particularmente, os massoréticos -, eles conservam uma tradição textual que remonta a cerca de um século antes da Era Cristã.

As versões mais valiosas da Bíblia hebraica são as traduções para o grego. Em alguns casos, as versões gregas apresentam material superior ao hebraico, já que se baseia em textos hebraicos de épocas remotas. Alguns manuscritos gregos são muito mais antigos que os manuscritos da Bíblia hebraica e foram incluídos na Bíblia cristã, compilada nos séculos IV e V d.C. Os manuscritos mais importantes são o Códice Vaticano (na Biblioteca do Vaticano), o Códice Sinaítico e o Códice Alexandrino (ambos se encontram no Museu Britânico).

A versão grega mais importante denomina-se Septuaginta (em grego, ‘setenta’) porque a lenda afirma que a Torá foi traduzida, no século III d.C., por 70 (ou 72) tradutores. Talvez a lenda esteja certa: a primeira tradução para o grego incluía só a Torá e, mais tarde, traduziram-se as demais Escrituras hebraicas. Parece lógico acreditar que esta tarefa tenha sido realizada por eruditos de diferentes concepções.
Empreenderam-se muitas outras traduções para o grego das quais conservam-se, somente, fragmentos ou citações dos primeiros autores da Igreja. Entre elas se incluem as versões de Áquila, Símaco, Teodósio e Luciano. O teólogo cristão Orígenes (século III) estudou os problemas que estas versões diferentes apresentavam e preparou uma Héxapla, ou seja, uma crítica textual na qual organizou, em seis colunas paralelas, o texto hebraico, o texto hebraico traduzido para o grego e as versões de Áquila, Símaco, Teodósio e Luciano.

Pesitta, Latina antiga, Vulgata e os Targum Entre outras versões, merecem ser mencionadas a Bíblia Pesitta ou síria, iniciada em torno do século I d.C. A Latina antiga (que não foi traduzida do hebraico, mas procede da Septuaginta, no século II), e a Vulgata, traduzida do hebraico para o latim por São Jerônimo, no final do século IV d.C.

Outras versões que devem ser consideradas são os Targum aramaicos. No judaísmo (quando o aramaico substituiu o hebraico como idioma cotidiano), fizeram-se as necessárias traduções. Primeiro, para acompanhar a leitura oral das Escrituras na sinagoga. Mais tarde, estas escrituras foram transcritas para o papel. Os Targum não eram traduções literais e tendiam a ser paráfrases ou interpretações do texto original.

O Novo Testamento é constituído de 27 documentos escritos entre 50 e 150 d.C. e que tratam de crenças e práticas religiosas nas comunidades cristãs mediterrâneas. Embora os originais destes documentos fossem em aramaico (especialmente, o Evangelho de Mateus e a Epístola aos Hebreus), todos sobreviveram através da versão grega, idioma original em que foram redigidos.
Como o Novo Testamento foi escrito em grego, a história da transmissão do texto e determinação do cânone costuma ignorar estas primeiras versões. A rápida expansão do cristianismo para além das regiões em que prevalecia o grego, requereu traduções para o sírio, latim antigo, copta, gótico, armênio, georgiano, etíope e árabe. As versões em sírio e latim apareceram no século II e as traduções para o copta começaram a aparecer no século III.

Do ponto de vista literário, os documentos do Novo Testamento são classificados em quatro gêneros principais: evangelhos, história, epístolas e apocalipse. Dos quatro, só os evangelhos são um estilo literário próprio da comunidade cristã.

O evangelho é uma série de resenhas individuais de fatos e palavras, organizados com o objetivo de criar um efeito cumulativo. Aparentemente, os autores dos evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) tiveram algum interesse em ressaltar a ordem cronológica, embora esta não tenha sido uma das maiores prioridades. Em maior medida, o que influenciou a organização do material foram os temas teológicos e as necessidades dos leitores. Por estes motivos embora os quatro mantenham um mesmo estilo literário e centrem-se na vida de Jesus, existem diferenças entre os evangelhos. À exceção dos relatos da prisão, julgamento, morte e ressurreição de Cristo (similares nos quatro livros), os textos diferem em perspectivas, ênfases de interpretação e importantes detalhes.

O Evangelho de João é o único diferente. Nele, Jesus aparece como divindade onisciente, onipotente e superior. Os outros três denominam-se Evangelhos Sinópticos (vistos juntos) porque apresentam variadas e numerosas coincidências, provocando muitas hipóteses sobre suas relações. A opinião mais difundida sustenta que o Evangelho de São Marcos foi o primeiro a ser escrito e serviu de fonte inspiradora para Mateus e Lucas.

Encontra-se no Livro dos Atos dos Apóstolos (o segundo de dois volumes, ocasionalmente denominado Atos de Lucas e atribuído a São Lucas), a melhor representação da narrativa histórica no Novo Testamento. Estes dois livros relatam a história de Jesus e da Igreja nascida em seu nome como uma narrativa contínua, centrada na história de Israel e do Império romano. A história se apresenta do ponto de vista teológico, isto é, interpreta o procedimento de Deus num acontecimento ou em relação à uma pessoa. Atos se destaca no Novo Testamento por recorrer à narrativa histórica para veicular a fé cristã.

No mundo greco-romano, a epístola, ou carta, constituía um estilo literário generalizado. Consistia na assinatura, endereçamento, saudação, elogio, agradecimento, mensagem e despedida. Paulo achou este estilo análogo à relação que mantinha com as igrejas que fundara e conveniente para um apóstolo itinerante. Este estilo adquiriu grande popularidade na comunidade cristã e foi empregado por muitos hierarcas. As epístolas escritas por Paulo e outros escritores (algumas das quais aparecem no Novo Testamento) são sermões, exortações ou tratados, encobertos pelo estilo do gênero epistolar.

O Novo Testamento inclui as denominadas epístolas: Romanos (I e II), Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses (I e II), Tessalonicenses, Timóteo, Tito, Filemon, Hebreus, Tiago (I e II), Pedro (I-II-III) João e Judas.

Os textos apocalípticos aparecem em todo o Novo Testamento, mas seu uso é predominante no livro do Apocalipse (ou Revelação).

 

Aprenda mais:

- O Salmo 119 tem, em hebraico, 22 seções de oito versículos. Cada uma das seções inicia com uma letra do alfabeto hebraico, de 22 letras. Dentro das seções, cada versículo inicia com a letra da seção.

- Que "o caminho de um sábado" era o caminho permitido no dia de sábado; a distância que ia da extremidade do arraial das tribos ao tabernáculo, quando no deserto, isto é, cerca de 1.200 metros.  - O capítulo 19 de II Reis é igual ao 37 de Isaías.

- No livro Lamentação de Jeremias, os capítulos 1, 2 e 4 têm versículos em número de 22 cada, compreendendo as letras do alfabeto hebraico. O capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, em hebraico, a mesma letra do alfabeto.

- A menor Bíblia existente foi impressa na Inglaterra e pesa somente 20 gramas. Este fabuloso exemplar da Bíblia mede 4,5 cm de comprimento, 3 cm de largura e 2 cm de espessura. Apesar de ser tão pequenina, contém 878 páginas, possui uma séria de gravuras ilustrativas e pode ser lida com o auxílio de uma lente.

- A maior Bíblia que se conhece, contém 8.048 páginas, pesa 547 quilos e tem 2,5 metros de espessura. Foi confeccionada por um marceneiro de Los Angeles, durante dois anos de trabalho ininterrupto. Cada página é uma delgada tábua de 1 metro de altura, em cuja superfície estão gravados os textos.

- Vamos Ler a Bíblia? A Bíblia contém 31.000 versículos e 1.189 capítulos. Para sua leitura completa, são necessárias 49 horas, a saber, 38 horas para a leitura do Velho Testamento e 11 horas para a do Novo Testamento. Para lê-la audivelmente, em velocidade normal de fala, são necessárias cerca de 71 horas. Se você deseja lê-la em 1 ano, deve ler apenas 4 capítulos por dia.

- Tradução: Você sabia que das 2.000 línguas e dialetos falados no mundo, cerca de 1.200 já possuem a Bíblia ou textos bíblicos traduzidos?

- Ao comparar as diferentes cópias do texto da Bíblia entre si e com os originais disponíveis, menos de 1% do texto apresentou dúvidas ou variações, portanto, 99% do texto da Bíblia é puro. Vale lembrar que o mesmo método (crítica textual) é usado para avaliar outros documentos históricos, como a Ilíada de Homero, por exemplo.  

- A Bíblia é o livro mais vendido do mundo. Estima-se que foram vendidos 11 milhões de exemplares na versão integral, 12 milhões de Novos Testamentos e ainda 400 milhões de brochuras com extratos dos textos originais;Foi a primeira obra impressa por Gutenberg, em seu recém inventado prelo manual, que dispensava as cópias manuscritas.

- A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227, que viria a ser eleito bispo de Cantuária pouco tempo depois. A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus.

- A Bíblia foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica;Com exceção de alguns textos do livro de Ester e de Daniel, os textos originais do Antigo Testamento foram escritos em hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes.

- A palavra "Hebraico" vem de "Hebrom", região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur.

- Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional;

- A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

- A primeira citação da redondeza da terra confirmava a idéia de Galileu, de um planeta esférico. Bastava que os descobridores conhecessem a bíblia. (Isaías 40: 22)

- Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. (Amós 6: 5)

- O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. (Lucas 24:13-18, João 19:25)

- O nome "cristão" só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11:26, Atos 26:28 e I Pedro 4:16)

- A "Epístola da Alegria" , a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

- Quem dá aos pobres, empresta a Deus, e Ele lhe pagará. (Provérbios 19:17)

- O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje. (Naum 2:4)

- A mensagem através de "out-doors" é uma citação bíblica detalhada. (Habacuque 2:2)

- Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16:19)

- O nome mais comprido e estranho de toda a bíblia é Maersalalhasbas - filho de Isaias. (Isaías 8:3-4)

- Você sabia que a palavra fé é encontrada apenas quatro vezes no Antigo Testamento? (Hc 2:4; Jz 9:16, 9:19; e 1º Sm 21:5)

- Você sabia que a palavra "DEUS" aparece 2.658 vezes no V.T. e 1.170 vezes no N.T. num total de 3.828 vezes??

- Há na Bíblia 177 menções ao diabo em seus vários nomes.

- O maior versículo é no livro de Ester capítulo 8 versículo 9.

- O menor versículo é no livro de Êxodo capítulo 20 versículo 13.

- O versículo central da Bíblia é o Salmo cap: 118 ver:8, o qual divide a mesma ao meio.

- Os livros de Ester e Cantares de Salomão não possuem a palavra DEUS.

- A expressão "Assim diz o Senhor" e equivalentes encontra-se cerca de 3.800 vezes na Bíblia.

- A Vinda do Senhor é referida 1845 vezes na Bíblia, sendo 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento.

- A Palavra "Senhor" é encontrada na Bíblia 1.853 vezes e "Jeová (YHVH)" 6.855 vezes.

- A expressão "Não Temas!" é encontrada 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano!

- No Salmo 107 há 4 versículos iguais: 8, 15, 21 e o 31.

- Todos os versículos do Salmo 136 terminam da mesma maneira.

Alguns nomes bíblicos e seus significados

MASCULINOS

 

 

FEMININOS

 

 

NOMES

ORIGEM

SIGNIFICADO

NOMES

ORIGEM

SIGNIFICADO

ABEL

HEBRAICO

FILHO

ANA

HEBRAICO

CHEIA DE GRAÇA

ADÃO

HEBRAICO

O HOMEM

ATALIA

HEBRAICO

DEUS É SUBLIME

ANTONIO

LATIM

INESTIMÁVEL

BETÂNIA

HEBRAICO

CASA DO POBRE

ARIEL

HEBRAICO

LEÃO DE DEUS

DALILA

HEBRAICO

MULHER DÓCIL

CAIM

HEBRAICO

GUERREIRO

DÉBORA

HEBRAICO

ABELHA

DANIEL

HEBRAICO

DEUS É MEU JUIZ

ELICE

HEBRAICO

JEOVÁ É O SENHOR

DAVI

HEBRAICO

CHEFE ou AMADO

ELISA

HEBRAICO

ILHA DE CHIPRE

EMANUEL

HEBRAICO

DEUS CONOSCO

EDISSA

HEBRAICO

O MESMO QUE ESTER

FILIPE

GREGO

AMADOR DE CAVALOS

ELISABETE

HEBRAICO

CONSAGRADA A DEUS

GABRIEL

HEBRAICO

ENVIADO POR DEUS

ESTER

PERSA

ESTRELA

ISRAEL

HEBRAICO

DEUS OUVE

EUNICE

GREGO

A VITORIOSA

JAIRO

HEBRAICO

O ENVIADO POR DEUS

EVA

HEBRAICO

DAR VIDA

JOÃO

HEBRAICO

DEUS É GRACIOSO

GABRIELA

HEBRAICO

ENVIADA DE DEUS

JOEL

HEBRAICO

JAVÉ É DEUS

ISABEL

HEBRAICO

CONSAGRADA A DEUS

JONAS

HEBRAICO

POMBA

JOANA

HEBRAICO

DEUS É GRACIOSO

JOAQUIM

HEBRAICO

O ELEVADO POR DEUS

JUDITE

HEBRAICO

LOUVADA

LÁZARO

GREGO

DEUS É MEU AUXÍLIO

LIA

HEBRAICO

NOVILHA, VITELA

LINO

GREGO

O DE CABELOS LOIROS

LÍDIA

GREGO

CIDADE DA ÁSIA MENOR

LUCAS

GREGO

LUZ

MARA

HEBRAICO

AMARGO

MARCOS

LATIM

SERVO DE MARTE

MARIA

HEBRAICO

SOBERANA

MIGUEL

HEBRAICO

QUE É COM DEUS

MARTA

ARAMAICO

SENHORA

MATHEUS

HEBRAICO

PRESENTE DE DEUS

NOEMI

HEBRAICO

MINHA AMENIDADE

NICOLAU

GREGO

QUE VENCE O POVO

RAQUEL

HEBRAICO

OVELHA

PAULO

LATIM

DE BAIXA ESTATURA

REBECA

HEBRAICO

A QUE UNE

PEDRO

LATIM

PEDRA, ROCHA

RUTE

HEBRAICO

PLENA DE BELEZA

RAFAEL

HEBRAICO

DEUS CUROU

SARA

HEBRAICO

SOBERANA

SILAS

LATIM

DAS SELVAS

SÁRVIA

HEBRAICO

A PERFUMADA

TADEU

ARAMAICO

O CORAJOSO

SUSANA

HEBRAICO

LÍRIO

TIAGO

LATIM

AQUELE QUE VENCE

TABITA

ARAMAICO

GAZELA

TOBIAS

HEBRAICO

DEUS É BOM

TAMAR

HEBRAICO

TAMAREIRA

 

Bibliografia: Bíblia de Estudo Pentecostal CPAD, internet e Enciclopédia Microsoft Encarta 99

Elaboração: Dc. Antonio Cruz / MIBE

 

Mensagem do Senhor E.B.D., Batismo e Santa Ceia